sábado, 26 de março de 2011

Hora do Planeta dedicará minuto de silêncio a vítimas das tragédias no Brasil e no Japão

  • Em 2010, mãe e filha participaram da Hora do Planeta em São Paulo
    Em 2010, mãe e filha participaram da Hora do Planeta em São Paulo
As luzes em mais de 130 países e pelo menos 98 cidades brasileiras serão apagadas entre 20h30 e 21h30 deste sábado (26). A chamada Hora do Planeta (ou Earth Hour), maior evento do tipo no mundo, pretende chamar a atenção para as mudanças climáticas, o aquecimento global e a economia de energia.

Confira alguns pontos onde as luzes serão apagadas nas capitais brasileiras

Rio de JaneiroArcos da Lapa, Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Castelinho da Fiocruz, praias de Copacabana e Arpoador, Igreja da Penha, Catedral Metropolitana, monumento dos Pracinhas e do Jockey Clube
São PauloPonte Estaiada, Obelisco do Ibirapuera, monumento às Bandeiras, Teatro Municipal, Mercado Municipal, estádio do Pacaembu, biblioteca Mário de Andrade e Arcos do Anhangabaú
CuritibaJardim Botânico, teatro Paiol, portal de Santa Felicidade, torres da Biodiversidade e de Jerusalém, pista de atletismo da praça Oswaldo Cruz, praça Ouvidor Pardinho, fachada do Paço Municipal, monumento de Bambu da Linha Verde e fontes da Praça Generosa Marques e Santos Andrade
BrasíliaPalácio do Buriti, Câmara dos Deputados, Memorial JK, Teatro Nacional, Catedral, Museu do Índio, Complexo Cultural da República e ponte JK
FortalezaArco da Praça Principal, Clube de Regatas, Coluna da Hora, praça do Ferreira, estátua de Iracema, praça Regis Jucá e Seminário Prainha
Campo GrandeMorada dos Baís, Central de Atendimento ao Cidadão, Obelisco, Horto Florestal, parques Jacques da Luz, Tarsila do Amaral e Belmar Fidalgo, praça Elias Gadia, Feira Central, Mercado Municipal e Centro Comercial Popular (Camelódromo)
Rio BrancoPrefeitura do Centro e Horto Florestal
PalmasEspaço Cultural José Gomes Sobrinho
Neste ano, o primeiro minuto do evento será dedicado, em silêncio, às vítimas do terremoto e do tsunami no Japão, e às vítimas das enchentes no Brasil.
Na última edição, o ato simbólico proposto anualmente pela ONG WWF mobilizou mais de um bilhão de pessoas em 4.700 cidades. Desta vez, o movimento, que já apagou a Torre Eiffel, a London Eye, a Fontana de Trevi e o Empire State  e outros cerca de 1.370 ícones mundiais, deverá ter participação recorde, segundo cálculos da entidade.
No Brasil, mais de 1.500 empresas e organizações aderiram oficialmente ao movimento. Dezoito capitais --Aracaju (SE), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Natal (RN), Palmas (TO), Recife (PE), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP), Teresina (PI) e Vitória (ES)-- também vão apagar as luzes.
No Rio de Janeiro, diversos monumentos públicos ficarão no escuro e uma festa, que terá a presença da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, está sendo preparada nos Arcos da Lapa. A população poderá assistir a shows das baterias da Mangueira, Portela, Grande Rio e União da Ilha.
"O gesto de apagar as luzes é simbólico e possível em todo o mundo. Convidamos a refletirem e a instituir ações além da Hora do Planeta, buscando uma economia de baixo carbono e com políticas públicas coerentes, que combinem o desenvolvimento com a preservação dos serviços ambientais que a natureza nos dá", afirmou a secretária-geral do WWF-Brasil, Denise Hamú.
A entidade destacou ainda que o ato não tem por objetivo medir a quantidade de energia economizada.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que está à frente de um grupo de líderes que apoiam a Hora do Planeta, propôs que os 60 minutos de escuridão sejam usados “para ajudar o mundo a ver a luz.”

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